Seu negócio precisa mesmo de um site?
Tem negócio que precisa de site agora, e tem negócio que ainda pode esperar. Esta é a conversa que eu teria com você num café, para descobrir de que lado você está.
Eu crio sites, então você esperaria que a minha resposta fosse um sim automático. Ela nem sempre é: tem negócio que vive bem sem site por enquanto, e eu prefiro te ajudar a descobrir se é a sua hora do que te empurrar qualquer coisa.
"Mas eu já tenho Instagram"
É a frase que eu mais escuto, e ela faz sentido. O Instagram é ótimo para mostrar o dia a dia, criar relacionamento e aparecer para quem já te segue.
O problema é um só: no Instagram, você é inquilina. No site, a casa é sua. O algoritmo decide quem vê o seu conteúdo e muda as regras quando quer, e conta comercial é bloqueada por engano, sem aviso. E tem um detalhe que quase ninguém percebe: quando alguém pesquisa no Google "pousada na Guarda do Embaú" ou "floricultura perto de mim", o seu Instagram raramente aparece. O seu site aparece.
Instagram e site não competem. O Instagram atrai e encanta, o site converte e passa segurança. Um alimenta o outro.
"Meus clientes chegam por indicação"
Que ótimo: indicação é o melhor canal que existe. Agora acompanha o caminho real de uma indicação hoje.
A amiga fala "vai na fulana, o trabalho dela é lindo". O que a pessoa faz em seguida? Pesquisa no Google. E aí acontece uma de duas coisas: ela encontra um site bonito, com fotos, horário e botão de WhatsApp, e a indicação vira cliente. Ou ela não encontra nada, fica na dúvida se o negócio ainda existe, e a indicação esfria.
O site não substitui a indicação. Ele confirma a indicação.
"É caro"
Depende do que você compara. Comparado com gastar zero, todo investimento é caro.
Então faça outra conta, com os seus números: quanto vale um cliente novo para você? E quantas pessoas por mês te procuram no Google e desistem no silêncio? Com essas duas respostas você descobre em quanto tempo um site se paga no seu negócio, e essa conta é sua, feita com o seu tíquete e a sua realidade.
E o investimento está longe do que já foi: o valor de um site profissional sob medida está aberto na minha página de sites, plano a plano.
Ser encontrada não é sorte, é construção
Tem uma coisa que pouca gente explica para a dona de negócio: o Google funciona por confiança acumulada. Quando o seu site entra no ar, ele começa a construir um histórico. Cada mês online, cada pessoa que clica e cada busca em que você aparece ensinam o Google que o seu endereço é real, ativo e relevante. Isso tem nome: SEO, a arte de ser encontrada sem pagar por clique.
E o que o Google lê são as palavras. A sua cliente não pesquisa o nome da sua empresa, ela pesquisa o problema dela: "floricultura com entrega em Florianópolis", "pousada pet friendly na praia", "banho e tosa perto de mim". Essas frases são as palavras-chave, e um site bem feito usa exatamente elas nos títulos e nos textos, do jeito que a cliente fala. Quem está escrita assim na internet existe para essa busca; quem confia só na qualidade do serviço fica invisível nela.
Perfil se aluga. Domínio se constrói.
O detalhe importante: essa construção leva tempo. O site que entra no ar hoje começa a colher buscas daqui a alguns meses. Quem espera precisar para fazer, começa a plantar com fome.
E é aí que entra o blog
Cada artigo do seu blog é uma porta de entrada nova para o seu negócio. A pessoa pesquisa "qual buquê dar de aniversário" ou "o que levar para pousada na praia", encontra o seu texto respondendo com carinho, e descobre você no caminho. Ela chegou pela dúvida e saiu conhecendo a loja.
E diferente do post, que o feed engole no dia seguinte, o artigo fica: o que você publica hoje continua trazendo gente no ano que vem. A prova está na sua frente, porque este texto que você está lendo agora é exatamente isso funcionando.
E se um dia você quiser anunciar?
Talvez hoje você nem pense em tráfego pago. Mas se um dia quiser acelerar com anúncios, a diferença é grande: quem anuncia sem site manda o clique para o perfil, e a pessoa se distrai com outros conteúdos e some. Quem anuncia com site manda o clique para uma página sua, focada no que o anúncio prometeu, com botão de WhatsApp, e cada real rende mais. Essa escolha tem um artigo inteiro aqui no blog: landing page ou site.
Fazer o site antes de precisar dele deixa a base pronta para quando essa hora chegar.
Quando você não precisa de um site
Prometi honestidade, então aqui vai:
- A sua agenda já vive lotada e você quer manter o tamanho atual? O site pode esperar.
- Você vende só para a vizinhança e todo mundo já te conhece? Um Perfil da Empresa no Google bem preenchido talvez resolva.
- O seu negócio é cem por cento relacionamento pessoal, como consultoria fechada de indicação em indicação? Um bom perfil no LinkedIn pode valer mais.
Se você se encaixou aí em cima, de verdade: guarde o seu dinheiro. Conversamos quando fizer sentido.
Os sinais de que chegou a hora
- Você atende gente de fora do seu bairro ou cidade (turismo, entrega, encomenda).
- As suas concorrentes diretas já aparecem no Google, e você ainda aparece só no boca a boca.
- Você tem nota boa no Google e avaliações lindas, sem nada mostrando isso.
- Você cansou de responder as mesmas perguntas todo dia: horário, endereço, preço, catálogo.
- Alguém já te disse "te procurei na internet e não achei".
Dois ou mais sinais? É hora.
O que um site precisa ter, e o que é enfeite
Precisa: as suas fotos de verdade (banco de imagem passa longe), botão de WhatsApp que funciona, endereço com mapa, horários, os seus produtos ou serviços, e carregar rápido no celular, porque é lá que a sua cliente está.
Enfeite: animação piscando, música de fundo, dez páginas que ninguém lê. Site bom é simples, bonito e direto.
E se a resposta para você hoje for "ainda não", este guia cumpriu o papel do mesmo jeito. Quando fizer sentido, os meus trabalhos estão na página de sites, e o caminho até mim é o botão aqui embaixo.
Quer uma resposta honesta para o seu caso?
Você me conta como o seu negócio roda hoje, e eu respondo como neste guia: ou é hora, ou eu te digo para guardar o dinheiro.